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Os pais devem dar condições aos filhos, à educação, cultura, esporte, lazer e à profissionalização.

27 DEZ 2017
27 de Dezembro de 2017

As crianças e adolescentes são frutos de um histórico social e familiar. É  de enorme importância a interação entre família / escola / esporte. A família é uma instituição de suma importância para o desenvolvimento e formação do sujeito, conforme descrito na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDB (Lei 9.394/96) afirma:

         "A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. (LDB/1996. art. 2º).

No momento em que a criança inicia uma atividade física, juntamente com os benefícios físicos, ela obtém também benefícios sociais e psicológicos. Antes de qualquer expectativa quanto ao desempenho da criança, é fundamental o respeito à fase de desenvolvimento motor que ela se encontra, assim como sua maturação cognitiva e emocional.

 

       O esporte deve ser um prazer, uma brincadeira. Deve ser o momento de encontrar os amigos e se divertir e, junto com isso, aprender um esporte e desenvolver habilidades físicas.  Até os 6 anos a criança imita superficialmente as regras, mas comumente só existem vencedores e nenhum perdedor. Até os 11 anos, cria-se o gosto pela vitória sobre o oponente, respeitando rigorosamente a regra, sendo ainda muito importante o prazer pela atividade.

 

           Dos 11 anos em diante as regras são bem entendidas e seguidas, não tirando a possibilidade de elaborar novas regras próprias. Ainda que até os 7 anos as atividades motoras são fontes de prazer e experiências de conhecimento de suas capacidades e limitações. A performance com significado social só ocorre a partir deste período e persiste até os 10 anos, persistindo porém a dificuldade de compreensão das relações causais de desempenho, sendo assim, atribuir relações causais incorretas às derrotas (dificuldade do jogo, falta de habilidade, falta de esforço, etc.) pode causar frustração e conseqüente falta de motivação.

 

     Assim, até aproximadamente os 12 anos, o esporte deve manter o foco na brincadeira, no lúdico, e a partir daí ser exigido mais atenção às regras e execução dos movimentos corretos.

 

       Em relação à competição, é importante partir da própria criança a vontade de fazer parte dela ou não. Quando a competição é mais um momento de encontrar os amigos, torcer por eles e passar um dia divertido, do que vencer ou perder, as chances dela participar e sair satisfeita são maiores.

           A ideia de princípios, valores, respeito, formação de caráter, de ética, de educar e preparar para os desafios da vida deve vir de casa é da família. Essa é a célula-mãe da sociedade, é a partir desta importante instituição que acontece o amparo das pessoas queridas e o desenvolvimento saudável desse novo ser que veio ao mundo. E é advinda deste cuidado e amparo que a criança ganha confiança sentindo-se assim valorizada, assistida e segura.

            Os pais têm um papel muito importante nos primeiros anos de vida dos filhos. O aprendizado e o desenvolvimento começam bem antes da educação formal. A educação formal é um complemento que deve fazer parte da formação do indivíduo O papel da família também inclui ter uma atenção especial com a educação das crianças, e se interessar pelo desempenho do filho na escola bem como com a forma com que se relaciona com as pessoas de seu convívio é uma tarefa importante e tem que ser desempenhada pelos pais. F. Ativo.com

      A família deve acompanhar de perto o que acontece na sala de aula, é imprescindível essa integração e interesse da família junto à escola do seu filho. O sucesso ou insucesso no processo de ensino aprendizagem depende efetivamente da integração da família, ela desempenha um papel decisivo na condução e evolução do sujeito.
              É preciso que os pais se impliquem nos processos educativos dos filhos no sentido de motivá-los afetivamente ao aprendizadoe a prática do esporte. O aprendizado formal ou a educação escolar, para ser bem-sucedida não depende apenas de uma boa escola ou de bons educadores, mas, principalmente, de como a criança é tratada em casa e dos estímulos que recebe para aprender.
          É fundamental entender também que o aprender é um processo contínuo e não cessa quando a criança está em casa. Quando a família passa a perceber sua devida importância nesse processo ela possibilita a promoção da verdadeira educação significativa do sujeito enquanto cidadão livre, autônomo e pensante.

             
Não há como analisar o desempenho do aluno sem levar em consideração que o mesmo é parte de um todo, ou seja, o seu perfil vai além dos portões da escola. " Os pais devem dar condições aos filhos, á educação, à cultura, ao esporte, ao lazer e à profissionalização.

            A princípio pode até parecer meio confuso, mas é preciso compreender que a criança é fruto de um histórico social e familiar. As boas ou más ações são oriundas do reflexo proporcionado principalmente pela família. Neste caso, algumas medidas básicas contribuirão para o bom desempenho do discente em sua trajetória escolar. Entre elas destacam-se:

         - O diálogo permanente por parte dos pais, demonstrando o interesse pela aquisição do conhecimento durante a permanência do filho no ambiente escolar, prática de esportes e o que é mais importante, ensinando-o a valorizá-los.

          - Sugerir que o filho repasse os conhecimentos adquiridos para o pai ou a mãe, isso facilita uma melhor fixação dos conteúdos apreendidos.

          - Acompanhar as tarefas diárias, incutindo a necessidade do cumprimento com as obrigações em tempo hábil, bem como a presença assídua na escola e no esporte, caso contrário, as faltas comprometerão o rendimento.

            - Estimular o conhecimento que ultrapassa os limites dos conteúdos trazidos pelo livro didático. Tal medida leva a criança à construção de seu próprio conhecimento, tornando-se um sujeito ativo frente às imposições geradas pela própria sociedade.

Praticar esportes é, antes de mais nada, um direito garantido a cada criança e a cada adolescente. E, somado ao conjunto dos demais direitos, oferece mais qualidade de vida a meninas e meninos.

 

O esporte seguro e inclusivo oferece as condições essenciais para o desenvolvimento integral de meninas e meninos e, assim, ajuda a promover a transformação social.

 

Líder mundial em conhecimento relacionado à infância e à adolescência, o UNICEF adota o esporte para o desenvolvimento como uma estratégia transversal em suas ações de redução das iniquidades para, dessa forma, promover a universalização dos direitos e o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio com equidade.

 

No Brasil, o UNICEF vem desenvolvendo com governos e sociedade ações inovadoras e de impacto em áreas onde os desafios são mais críticos: o Semiárido, a Amazônia e as comunidades populares dos grandes centros urbanos.

 

Essas iniciativas vêm demonstrando que, com a união de esforços, é possível reduzir as iniquidades que afetam a vida de milhares de meninas e meninos nessas áreas geográficas.

 

       O UNICEF acredita que é possível criar um mundo onde:

          meninos e meninas brinquem e pratiquem esportes em espaços seguros e acessíveis a todos;

    escolas incluam educação física como parte de seus currículos escolares e contem com professores qualificados, quadras e materiais esportivos adaptados e espaços para brincar com segurança;

    famílias brinquem com seus filhos em parques ,quadras e espaços públicos seguros;

    crianças e adolescentes cresçam saudáveis com suas famílias e amigos por meio da pratica esportiva, exercendo sua cidadania e respeitando a diversidade.

        “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” (FREIRE, 1987, p. 68).

 

 

Salve, Rapaziada!

André Júnior - Escritor literário infanto - juvenil, autor de 4 livros. Articulista há 11 anos no Jornal Diário da Manhã, onde escreve artigos ás sextas - feiras. Autor de vários projetos desenvolvidos em escolas públicas. Premiado na ECO 92 com o texto arvore da Vida. Participou como convidado do livro  ''O Mistério do texto roubado''  lançado na Bienal Internacional do livro em São Paulo, "Capa de Maurício de sousa". Membro da UBE - União Brasileira de Escritores - Formado em contação de histórias pelo grupo Gwaya - Universidade Federal de Goiás - Como escritor foi a personalidade Homenageada na FLIR de 2016, ''Feira literária de Rubiataba'' . Agora com artigos no site Apito Esportivo.
 

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